Foram assim os últimos momentos da vida de João Paulo II.
Às 20h, horário de Roma (aqui 15h), o secretário particular do Papa, monsenhor Stanislaw Dziwisz, o cardeal Marian Jaworski e os arcebispos Mona Stanislaw Ryłko e Mieczyslaw Mokrzycki começaram a concelebrar no apartamento do Papa a missa da Divina Misericórdia.
Em seguida, deram a extrema-unção a ele. E seguiram rezando durante mais uma hora. Com eles, estavam as três freiras polonesas que cuidavam do aposento papal, o médico pessoal de João Paulo II, Renato Buzzonetti, além dos médicos Alessandro Barelli e Ciro DArio, e mais duas religiosas que são enfermeiras.
Havia outros cardeais: Angelo Sodano, Secretário de Estado, Eduardo Martinez Somalo, o Camerlengo, Joseph Ratzinger, Jozef Tomko e os arcebispos Leonardo Sandri e Paolo Sardi.
Ao se aproximar o instante da morte, o secretário particular do Papa segurou a mão direita dele. Serenamente, o Papa fechou os olhos enquanto lá fora a multidão reunida na praça de São Pedro rezava, gritava o nome dele e o aplaudia.
A notícia da morte foi dada à multidão pelo arcebispo argentino Leonardo Sandri, vice-secretário de Estado.
O corpo de João Paulo II será levado em procissão para a Basílica de São Pedro.
(Publicado aqui em 1 de abril de 2005)