Mulher-Maravilha | Escritor explica por que a heroína precisa de romance

O amor está no ar novamente no título mensal da Mulher-Maravilha, graças a Tom King. O escritor, um dos mais requisitados na atualidade, é um dos responsáveis pelos principais romances e relacionamentos entre heróis em várias revistas da DC Comics nos últimos anos. E, em uma entrevista recente ao Screen Rant, ele esclareceu por que acredita ser vital Diana Prince paquerar em suas histórias.

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Antes de falar sobre o que King disse, vale ressaltar que já há alguns anos um esforço de toda a indústria de entretenimento de atualizar o papel das mulheres e do próprio romance nas histórias. Em vez de “donzelas em perigo” ou apenas um “interesse romântico” de algum herói, as tramas precisam realmente valorizar a presença de personagens femininas — e não apenas usá-las como pequenas ferramentas de narrativa.

Então, há um consenso sobre isso nas últimas temporadas, o que, claro, não impede que alguma mulher realmente esteja em perigo ou tenha um romance com alguém em uma HQ — desde que isso seja parte da boa construção da trama e tenha um significado maior do que os motivos descartáveis do passado.


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Bem, ao ser questionado de por que insiste tanto em relacionamentos, principalmente na trama da Mulher-Maravilha, que normalmente trata Diana Prince como uma amazona guerreira e independente, King disse que levar o romance à personagem “a torna humana, e parte de ser humano é se apaixonar”.

Tom King afirma que o romance torna a Mulher-Maravilha mais humana, mais fácil de se relacionar com os leitores (Imagem: Reprodução/DC Comics)

King cita a colega escritora de quadrinhos Kelly Sue DeConnick. Quando perguntada sobre como ela escreve mulheres tão atraentes, DeConnick resumiu com uma resposta poderosa: “A primeira coisa que faço é fingir que elas são humanas”. 

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Ele esclarece que o romance da Mulher-Maravilha com Steve Trevor não é sua característica definidora, mas sim parte integrante dela. Essencialmente, sua abordagem ao romance se resume a tratá-la como uma pessoa com experiências da vida real no mundo – incluindo as alegrias e tristezas do amor.

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