Entenda como a musculação pode proteger o cérebro contra demência

Praticar musculação pode não apenas trazer benefícios, a exemplo do aumento de força e resistência, como também proteger o cérebro de idosos contra demência. É o que aponta uma pesquisa desenvolvida no Instituto de Pesquisa sobre Neurociências e Neurotecnologia (Brainn), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

O estudo, que foi detalhado em artigo da revista GeroScience, acompanhou 44 pessoas que já apresentavam um comprometimento cognitivo leve, estágio que fica entre o comprometimento do envelhecimento normal e a doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência.

O que se descobriu foi que praticar a atividade duas vezes por semana, com intensidade moderada ou alta, preservou o hipocampo e o pré-cúneo, áreas cerebrais que se alteram quando esse diagnóstico.

Com ineditismo, os 16 pesquisadores também identificaram outro impacto positivo: o de melhora na chamada substância branca, parte do cérebro que opera em conjunto com a massa cinzenta, por meio de axônios, para garantir a conexão entre neurônios, mediante as sinapses.

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