Justiça nega pedido de Fióti em processo contra Emicida: entenda

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) rejeitou, em um primeiro momento, a solicitação de Evandro Fióti para impedir que o irmão dele, Emicida, assuma sozinho a administração da Laboratório Fantasma.

A empresa, anteriormente gerida por ambos, está no centro de uma disputa. Agora, Fióti busca evitar que o rapper se torne o único responsável por decisões estratégicas.


Entenda a treta

  • Emicida usou as redes sociais na última sexta-feira (28/3) para informar que rompeu a parceria empresarial de anos com o irmão, Evandro Oliveira, conhecido como Fióti.
  • Os irmãos começaram a trabalhar juntos em 2009, quando fundaram a Laboratório Fantasma, uma empresa afro-empreendedora na periferia da Zona Norte de São Paulo.
  • “Informamos que, a partir desta data, Evandro Roque de Oliveira (Fióti) não representa mais os interesses da carreira artística de Leandro Roque de Oliveira (Emicida)”, diz o comunicado publicado no Instagram do músico.
  • Os dois travam uma briga na Justiça e Emicida acusa o irmão de ter desviado R$ 6 milhões da empresa Lab Fantasma.
  • Segundo a defesa do cantor, as transferências teriam ocorrido entre junho de 2024 e fevereiro de 2025 da conta bancária corporativa para a conta pessoal de Fióti.

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Fióti e Emicida romperam após 16 anos de parceria

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Divulgação/Vogue/Miller

Na decisão da Justiça de São Paulo, o juiz afirma que foram feitas muitas alegações no processo que precisariam de mais tempo para ser analisadas, portanto, seria prematuro acatar o pedido de tutela de urgência. Com isso, os pedidos de Fióti foram negados, mas o processo vai continuar.

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